Macaúbas: Após mais de um mês sem casos ativos para a Covid-19, a Secretaria de Saúde informa uma confirmação para a doença nesta quarta

O paciente não está internado

A Secretaria Municipal de Saúde de Macaúbas/BA divulgou o mais novo Boletim Coronavírus do município. Segundo a atualização desta quarta-feira (25 de maio de 2022), 1 pessoa está com o vírus ativo. Mas o número de internações e transferências, para outras unidades, segue zerado.

Desde a última semana do mês de abril, Macaúbas não tinha registro de casos ativos para a Covid-19.

Um dos últimos boletins arquivados pela equipe de Jornalismo da Rádio Macaúbas FM que aparecia casos ativos

No boletim desta quarta aparece que 3.083 casos já foram confirmados para o Novo Coronavírus, em Macaúbas. Desse total, 3.054 estão curados e 26 pessoas não resistiram, morrendo em decorrência da Covid-19.

A vacinação contra a doença está sendo intensificada no município e até a próxima sexta-feira (27) terá 1ª e 2ª dose da Pfizer pediátrica, além da 1ª e 2ª dose da Pfizer e Coronavac. O local de vacinação será no Centro de Saúde, das 7h30min até às 12h.

Além disso, foi divulgado o cronograma de vacinação contra Meningo C, Tríplice Viral, Hepatite A e Influenza. Confira o cronograma completo e atualizado:

Falando em volta de casos ativos para a Covid-19, algumas cidades do Brasil voltam a recomendar o uso de máscara, como forma de frear o avanço do Coronavírus.

O aumento de casos para a doença está levando municípios brasileiros a voltarem a obrigar ou recomendar o uso da proteção em ambientes fechados.

De acordo com uma lista, atualizada numa reportagem do G1, a capital do Paraná, Curitiba, além de cidades do interior dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul estão voltando a ter as mesmas recomendações de antes.

Ainda no estado paranaense, Londrina (PR) e Maringá (PR) estão inclusos nessa lista de municípios.

Já em Santa Catarina, órgãos de vigilância epidemiológica emitiram, nesta segunda-feira (23), uma nota reforçando o uso da máscara. Isso devido a uma alta nas internações de crianças e bebês.

Vale ressaltar que menores de 5 anos de idade ainda não podem ser vacinados contra a doença no Brasil.

Em relação a educação, algumas escolas na capital paulista também voltaram a exigir o uso da máscara.

A maioria dos municípios estão com decretos obrigando ou recomendando o retorno ao uso apenas em escolas. Já alguns outros incluíram, também, estabelecimentos de saúde, transporte escolar ou público e restaurantes.

Neste mesmo tempo, após mais de 2 anos, chegou ao fim, neste último domingo (22), o estado de Emergência em Saúde Pública por conta da Covid-19 no Brasil.

O Ministério da Saúde levou em conta o cenário epidemiológico mais arrefecido e o avanço da Campanha de Vacinação.

O estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) foi causado pela crise sanitária, referente a propagação da doença no país.

Segundo o órgão maior em Saúde do Brasil, “após dois anos, desde o momento em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a crise, o Brasil saiu da maior emergência sanitária que o mundo enfrentou com o Sistema Único de Saúde (SUS) mais forte”, salientou em nota.

A portaria que pôs fim na ESPIN foi assinada pelo Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Ele assinou em 22 de abril e entraria em vigor 30 dias depois. Esse tempo foi necessário para que estados e municípios se adequassem à nova realidade.

Ainda de acordo com o Ministério, “o Governo dará apoio a estados e municípios em relação à continuidade das ações que compõem o Plano de Contingência Nacional. Mesmo com o fim da ESPIN, o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, reforça que nenhuma política pública de saúde será interrompida”, completa.

Por conta disso, a pasta informou que no último dia 12, “a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), prorrogou, a pedido do ministério, o prazo de validade das autorizações para uso emergencial de vacinas Covid-19 que deixariam de ser usadas na Campanha de Vacinação contra a doença com o fim da ESPIN”, lembrou também em nota.

Essa medida, de acordo com o órgão, vale também para medicamentos que seriam usados apenas durante a crise sanitária. Então, com essa decisão da Diretoria Colegiada da Anvisa, as autorizações permanecerão válidas por mais um ano.

Além disso, neste mesmo dia citado, a Anvisa alterou a resolução que permite a flexibilização das medidas sanitárias adotadas em aeroportos e aeronaves. Isso também em virtude do encerramento da ESPIN.

Agora, entre as mudanças, fica retomado o serviço de alimentação a bordo e permissão para retirada de máscaras para se alimentar.

Por: João de Jesus / Fotos: Divulgação

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