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A CAMPANHA SETEMBRO AMARELO SALVA VIDAS

Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM, organiza nacionalmente o Setembro Amarelo®. O dia 10 deste mês é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a campanha acontece durante todo o ano.

São registrados cerca de 12 mil suicídios todos os anos no Brasil e mais de 01 milhão no mundo. Trata-se de uma triste realidade, que registra cada vez mais casos, principalmente entre os jovens. Cerca de 96,8% dos casos de suicídio estavam relacionados a transtornos mentais. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e abuso de substâncias.

Com o objetivo de prevenir e reduzir estes números a campanha Setembro Amarelo® cresceu e hoje conquistamos o Brasil inteiro. Para isso, o apoio das nossas federadas, núcleos, associados e de toda a sociedade é fundamental.

Como resultado de muito esforço, em 2016, garantimos espaços inéditos na imprensa e firmamos muitas parcerias. Conseguimos também iluminar monumentos históricos, pontos turísticos, pela primeira vez o Cristo Redentor, espaços públicos e privados no Brasil inteiro. Centenas de pessoas participaram de caminhadas e ações para a conscientização sobre este importante tema.

Esta é uma página completa com material disponível para auxiliar a todos. Assim sendo, aproveite os nossos materiais e participe da nossa campanha durante todo o ano.

Participe conosco, divulgue a campanha entre os seus amigos e nos ajude a salvar vidas!

Ao longo do mês a Macaúbas FM irá trazer vários profissionais da área de saúde mental para esclarecer dúvidas e orientar a população.

Fonte: https://www.setembroamarelo.com/

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Brasil tem 4 novos campeões das Paralimpíadas, com 3 ouros de mulheres

Três brasileiras levaram o país ao lugar mais alto do pódio paralímpico de forma inédita neste domingo (29), quinto dia de competições das Paralimpíadas de Tóquio e o segundo mais produtivo para a delegação nacional, com quatro ouros e sete medalhas no total.
Mariana D’Andrea conquistou a primeira medalha de ouro do halterofilismo brasileiro na história, Alana Maldonado tornou-se a primeira mulher campeã paralímpica de judô pelo país e a nadadora Carol Santiago levou a sua primeira medalha dourada, nos 50 m livre classe S13, quebrando jejum de 17 anos da natação feminina.
Das piscinas saiu ainda um quarto ouro, da revelação Gabriel Araújo nos 200 m livre classe S2.
A nadadora Beatriz Carneiro ficou com a medalha de bronze nos 100 m peito classe S14, assim como Meg Emmerich no judô. Outro bronze foi com Renê Pereira, no remo.
O Brasil soma 30 medalhas em Tóquio: 10 ouros, 5 pratas e 15 bronzes, na sexta posição do quadro geral.
Veja os destaques da campanha brasileira neste domingo Carol e Gabriel Araújo dominam suas provas na natação Maria Carolina Gomes Santiago conquistou a medalha de ouro nos 50 m livre da classe S13 (deficiência visual). A pernambucana de 36 anos fez o tempo de 26s82 e quebrou o recorde paralímpico da classe S12, à qual pertence (há junções de classes funcionais em algumas provas, e por isso Carol enxergava menos que as suas principais rivais).
Foi a primeira medalha dourada da natação feminina do Brasil desde os Jogos de Atenas-2004.
Carol, que também é recordista mundial, com 26s72, participa pela primeira vez dos Jogos e já tinha sido medalhista de bronze nos 100 m costas.
“Estou emocionada. Tenho recebido muito carinho. Quando terminei a prova, soube que tinha ganhado porque ouvi o pessoal gritando o meu nome. Agradeço a todos pela torcida e pelos brasileiros que têm chorado e dado risadas com a gente”, disse a nadadora.
Outro estreante, Gabriel Geraldo Araújo, 19, também chegou ao topo do pódio, com o ouro na prova dos 200 m livre classe S2 (deficiências físicas severas).
Com o tempo de 4min6s52, ele chegou bem à frente do segundo colocado, o chileno Alberto Abarza (4min14s17). O também brasileiro Bruno Becker terminou em quarto.
O mineiro de Santa Luzia que treina no clube Bom Pastor, de Juiz de Fora, já havia levado a prata nos 100 m costas.
Na ocasião, dedicou a conquista ao avô, que havia morrido na semana anterior, e anunciou que sua história paralímpica estava só começando. “Vou buscar a tão sonhada medalha de ouro”, projetou.
Neste domingo, cumpriu. “Espero que esse seja o primeiro de muitos outros. Era isso que eu queria. Foi para isso que eu vim. Consegui baixar o meu tempo, fiz o novo recorde das Américas. Treinamos forte, estava tudo controlado, eu sabia o que fazer e o resultado veio. Não existe emoção maior”, comemorou.
Entre os 234 atletas com deficiência que disputarão os Jogos Paralímpicos de Tóquio pelo Brasil, 68 são das chamadas “classes baixas”, com deficiência mais severas. Gabriel tem focomelia, doença congênita que afeta a formação de braços e pernas.
O mineiro não possui os braços, por isso larga com assistência de uma pessoa posicionada fora da piscina e conta com sua grande capacidade nas pernas e de ondulação para superar os rivais.
A paranaense Beatriz Borges Carneiro, 23, conquistou o bronze para o Brasil nos 100 m peito, classe SB14. Ela terminou a final com o tempo de 1min17s61. Débora Borges Carneiro, gêmea de Beatriz, ficou com a quarta colocação, a apenas 0s02 da irmã.
Judô tem primeiro ouro feminino e fecha com 3 medalhas O grito de comemoração de Alana Maldonado ecoou pelo mítico Nippon Budokan, templo do judô em Tóquio, quando a decisão da medalha de ouro da categoria até 70 kg chegou ao fim.
A brasileira de 26 anos venceu Ina Kaldani, da Geórgia, por wazari e conquistou sua segunda medalha paralímpica, após a prata no Rio de Janeiro em 2016.
Campeã mundial em 2018 e líder do ranking, Alana confirma o favoritismo e se consolida como um dos grandes nomes da modalidade. Foi a primeira medalha de ouro do Brasil no judô paralímpico conquistada por alguém além de Antônio Tenório, tetracampeão dos Jogos.
“Não caiu a ficha ainda. Queria fazer história, conquistar o primeiro ouro do judô feminino, assim como foi no Mundial”, disse Alana ao SporTV.
Nascida em Tupã (SP), ela descobriu a doença de Stargardt, que leva à perda de visão progressiva, aos 14 anos. Alana, que já praticava judô, iniciou sua trajetória no esporte adaptado em 2014, quando entrou na faculdade.
A paulistana Meg Emmerich, 34, levou a medalha de bronze na categoria acima de 70 kg do judô após vencer Altantsetseg Nyamaa, da Mongólia.
“Estou muito feliz que a equipe feminina mandou bem na competição, trazendo três medalhas para o Brasil”, afirmou ao SporTV.
Lúcia Araújo, bronze no sábado (28), fechou o trio de medalhistas do judô brasileiro em Tóquio.
Após vencer Covid, Antônio Tenório luta, mas fica sem medalha Antônio Tenório, 50, tetracampeão paralímpico e dono de seis medalhas nos Jogos, perdeu a disputa pela medalha de bronze da categoria até 100 kg para o uzbeque Sharif Khalilov.
Ele havia aplicado um wazari logo com oito segundos de luta e vencia o combate até cinco segundos do seu fim, mas levou um wazari do adversário, que foi para o tudo ou nada. No tempo extra, o brasileiro, 19 anos mais velho que o rival, pareceu sentir mais o cansaço e acabou levando um segundo wazari, que encerrou a luta.
Tenório conseguiu ir ao Japão após passar por um quadro grave de Covid-19 em abril. Ele ficou internado por duas semanas na UTI, com mais de 80% dos pulmões comprometidos.
“A sensação é a de ter nascido novamente, a de ter ganhado vários Jogos Paralímpicos contra a Covid-19”, afirmou ao receber alta.
É a primeira vez que ele fica sem medalha numa edição de Jogos Paralímpicos, após subir no pódio desde Atlanta-1996. Antes mesmo da participação em Tóquio, Tenório já afirmava que pretendia lutar em Paris-2024, quando terá 53 anos.
“A história ninguém apaga. Depois de ter contraído Covid, 85% do pulmão comprometido, é uma grande vitória. Foi erro meu nas duas lutas [que perdeu], assumo isso. [Mas] só de Deus me trazer aqui, para mim está ótimo. Agora é focar, voltar para o Brasil, fazer um check-up e me preparar para o próximo ciclo. Vou tentar recuperar o pódio”, disse.
Força de Mariana resulta em ouro inédito no halterofilismo A brasileira Mariana D’Andrea conquistou a medalha de ouro no halterofilismo, categoria até 73 kg. Ela levantou 137 kg na terceira tentativa e garantiu o título.
“Esperava muito por este momento. Não tem gratidão maior do que ganhar esta medalha após cinco anos de treinamento. Agradeço a todos pela torcida e pela oração. Quero deixar registrado aqui que, se você tem sonho, corra atrás dos seus objetivos e os conquiste”, disse Mariana, responsável pelo primeiro ouro do Brasil no esporte e segunda medalha em geral. Evânio Rodrigues da Silva foi prata em 2016.
Mariana, que tem nanismo, começou a praticar halterofilismo em 2015. Natural de Itu (SP), ela foi ouro nos Jogos Parapan-americanos de Lima, em 2019, e atualmente lidera o ranking mundial.
No halterofilismo paralímpico, competem pessoas que possuem deficiência nos membros inferiores.
Renê rema para sua primeira medalha Renê Pereira conquistou a medalha de bronze no remo dos Jogos Paralímpicos de Tóquio. O baiano de 41 anos ficou em terceiro no single sculls, em que o remador utiliza dois remos curtos.
Na categoria PR1, remadores com função mínima ou nenhuma função de tronco impulsionam o barco principalmente por meio de braço e ombro. Eles são amarrados ao assento.
Renê, que é médico e jogou futebol em categorias de base na Bahia, teve diagnóstico de abcesso epidural (o que levou à perda do movimento nas pernas) em 2006 e começou a praticar remo em 2012.
Brasil vence China no futebol de 5 e inicia campanha pelo penta A seleção brasileira iniciou a sua caminhada em busca do penta paralímpico no futebol de 5 (para cegos) com uma vitória sobre a China por 3 a 0. O resultado colocou o Brasil na segunda posição do Grupo A, atrás do Japão, que fizeram 4 a 0 na França. Os gols do Brasil foram marcados por Nonato (2) e Cássio, de pênalti.
O futebol de 5 estreou nos Jogos Paralímpicos em Atenas-2004 e, desde então, o Brasil conquistou todas as medalhas de ouro.
A seleção brasileira volta a jogar contra o Japão em uma briga pela liderança do grupo. O duelo está marcado para as 23h30 deste domingo.
Brasil goleia Japão no goalball masculino e termina fase de grupos em 2º A seleção brasileira masculina goleou o Japão por 8 a 3 na última partida da fase de grupos no goalball, resultado que firmou a equipe na segunda posição do Grupo A, atrás apenas dos japoneses.
Tanto Brasil quanto Japão terminaram com três vitórias e uma derrota, e nove pontos conquistados. O critério de desempate foi o saldo de gols, de 22 para os japoneses contra 18 dos brasileiros.
A seleção brasileira volta a jogar nas quartas de final na terça-feira (31) com horário e adversário a definir.

Fonte: Bahia Notícias 

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Festival de Inverno Bahia 2022 define data e anuncia venda de ingressos

O Festival de Inverno Bahia (FIB) chega a sua 16ª edição e acontece entre os dias 26 e 28 de Agosto de 2022, em Vitória da Conquista. A venda oficial de ingressos está sendo realizada pela plataforma Sympla. O pagamento pode ser feito através de cartão de débito e/ou crédito, com possibilidade de parcelamento em até 6x.

Como nas últimas edições, o evento manterá a diversidade de ritmos, que, em breve, terá a grade divulgada. Além disso, a segurança é um dos pontos que está sendo observado com cautela pela equipe realizadora do FIB, uma vez que o cenário de pandemia ainda é incerto. “Além do viver a música, que é o slogan do nosso festival, para a nova edição priorizaremos ainda mais o cuidado com as pessoas – desde o nosso público, quanto a todos que estarão trabalhando no evento e os músicos presentes. Estamos observando os desdobramentos da pandemia e confiantes de que com o avanço da vacinação conseguiremos fazer uma grande festa em Agosto de 22”, conta o coordenador de produção da Icontent, Adriano Gusman.

O evento será retomado com toda força, dando ao público o conforto de sempre, em ambientes que atraem todas as tribos. Um Palco Principal com os espaços Arena (pista) e Camarote VIP (front stage) e outros dois palcos que apostarão em talentos regionais e locais estarão à disposição de quem for curtir a festa: a Vila da Música e a Arena Eletro Rock. Juntos, os três espaços vão compor a musicalidade do local, que também terá ativações especiais e praças gourmet.

Fonte: Bahia Notícias  

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Justin Bieber quebra recorde é o artista mais ouvido do Spotify

Justin Bieber conquistou uma grande marca no Spotify. O astro pop atualmente lidera o ranking de artista mais ouvido do mundo na plataforma, ultrapassando 83 milhões de ouvintes mensais e se tornando o primeiro a alcançar este número na história do serviço de streaming.

Desta forma, Bieber quebrou o recorde anterior que era de Ariana Grande, que chegou a 82 milhões de ouvinte mensais e hoje ocupa o 6º lugar, com aproximadamente 60 milhões.

Fonte: R7.Com

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Infectados com variante Delta do coronavírus têm dobro de risco de hospitalização

A chance das pessoas infectadas com a variante Delta do coronavírus serem hospitalizadas é duas vezes maior do que aquelas com a cepa Alpha do vírus. O estudo que identificou o fato publicado na revista científica The Lancet no sábado (28).

A variante Alpha foi identificada pela primeira vez no Reino Unido e a Delta na Índia, em Novembro e Dezembro do ano passado, respectivamente.

De acordo com reportagem do Estadão, a pesquisa que identificou a mais chance de hospitalização da Delta foi desenvolvida por pesquisadores britânicos da agência pública de saúde (Public Health England, PHE) e da Universidade de Cambridge.

Uma das autoras do estudo, a cientista Anne Presanis sinalizou que a análise identificou que sem a vacinação, haveria uma epidemia ligada à variante Delta que implicaria em uma carga mais pesada no sistema de saúde do que a que se teve com a variante Alpha.

Para chegarem às conclusões, os pesquisadores britânicos analisaram dados de mais de 43,3 mil casos da doença na Inglaterra, identificados entre 29 de Março e 23 de maio, quando a variante Delta começava a se propagar na região. Segundo o Estadão, do total, 20% das pessoas estavam contaminadas com a Delta, enquanto o restante correspondia à Alpha.

A análise bruta dos dados não mostrou diferença relevante em proporção de internações entre ambas, com 2,3% dos contagiados pela Delta sendo hospitalizados ante 2,2% da Alpha. Porém, ao serem considerados outros fatores que influenciam na gravidade da doença (como idade, comorbidades, vacinação etc), os pesquisadores calcularam que o risco se multiplica por 2,26 na comparação entre as duas, traz a reportagem.

Fonte: Bahia Notícias

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Morre aos 91 anos Ed Asner, voz do Carl de ‘Up – Altas Aventuras’

Morreu neste domingo (29), aos 91 anos, o ator e dublador norte-americano Ed Asner.

A informação foi confirmada pela família do veterano nome de Hollywood.

“Lamentamos ter que dizer que nosso amado patriarca faleceu pacificamente nesta manhã. Palavras não podem descrever a tristeza que sentimos. Com um beijo em sua testa, boa noite pai. Te amamos”, diz o comunicado.

Ed ganhou fama ao interpretar o personagem Lou Grant na série The Mary Tyler Moore Show, nos anos 70. O sucesso foi tão grande que o ator ganhou uma série derivada com o nome do personagem. Ao longo da carreira, Ed ganhou sete prêmios Emmy, boa parte deles por interpretar Lou.

Ele tem uma longa carreira como ator e dublador, estrelando outros sucessos como Um Duende em Nova York, no qual viveu o Papai Noel, e Up – Altas Aventuras, animação da Disney e Pixar para a qual emprestou sua voz ao idoso ranzinza Carl Fredricksen.

Ed esteve também em séries como The CloserDisque Amiga Para MatarGrace & Frankie e Cobra Kai.

Recentemente, o ator voltou a dublar Carl para a série de animação A Vida de Dug, que estreia na próxima quarta-feira (1º) e continua a história de Up.

Confira abaixo o trailer legendado, que conta com a voz de Ed.

 

Fonte: R7.com

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Joelma anuncia volta da turnê ‘Isso é Calypso’: ‘Muita coisa por vir’

Joelma surpreendeu os fãs ao anunciar durante uma live, neste domingo (29), o retorno da turnê Isso é Calypso em 2022.

“Tem muita coisa por vir. Tenho um segredinho para contar. Ano que vem a gente está com a turnê Isso é Calypso. A gente vai estar com a turnê, Banda Isso é Calypso vai voltar”, comentou a cantora.

Joelma não revelou mais detalhes do novo projeto, como nomes de músicos que estarão na turnê.

Nas redes sociais, fãs comentaram sobre a novidade. “Joelma do céu, não me mata”, brincou um internauta. “A banda completa vem aí, era tudo que eu queria”, escreveu um fã. “O nome Isso é Calypso é nostalgia pura”, comentou outro seguidor.

Joelma está em carreira solo desde 2016, após se separar do músico Ximbinha e deixar o grupo Calypso, do qual foi vocalista por quase 17 anos.

Fonte: R7.com

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Jovem de 18 anos morre após receber descarga elétrica enquanto usava o celular conectado à tomada durante tempestade

Uma jovem de 18 anos morreu após receber descarga elétrica em Santarém, no oeste do Pará. O caso aconteceu na madrugada deste domingo (29) na comunidade São Francisco do Carapanari, na região do Eixo Forte. A vítima foi identificada como Radja Ferreira de Oliveira.

De acordo com o enfermeiro do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu), Adilson Soares, as equipes foram acionadas pelo NIO (Núcleo Integrado de Operações). Quando a equipe do Samu se dirigia ao local da ocorrência, a vítima já havia recebido os primeiros socorros e era levada ao hospital pela família.

A jovem não resistiu. “Ela já estava sem sinais vitais. O médico constatou que ela estava em óbito”, disse Soares.

A mãe de Radja Ferreira contou às equipes que a jovem estava mexendo no celular conectado à tomada quando um raio caiu. A jovem ficou desacordada e foi socorrida pelos familiares, mas não resistiu.

Fonte: Boquira em Ação

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Mortes ligadas ao álcool têm maior alta dos últimos 10 anos

pandemia e o isolamento social trouxeram consequências para a saúde física e mental. Uma delas foi o aumento do consumo de bebidas alcóolicas. De acordo com pesquisa feita pela organização independente de saúde pública Vital Strategies, houve um crescimento no Brasil de 18,4% de mortes causadas pelo uso excessivo de bebidas, na comparação de 2020 com 2019. Trata-se do maior índice de óbitos ligados ao álcool da década.

A pesquisa usou como base de dados as mortes registradas pelo SIM (Sistemas de Informações sobre Mortalidade), sistema oficial do Ministério da Saúde, causadas pelo CID (classificação internacional de doenças) de transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de álcool, de 2010 até 2020.

Para Luciana Vasconcelos Sardinha, assessora técnica de Epidemiologia e Saúde Pública da organização, as consequências do consumo excessivo podem ser ainda maiores. “Temos os registros das causas básicas de mortes. Existe uma lista de CID, que apresentam as doenças diretamente relacionadas ao álcool, mas ainda é uma parte pequena de amostra da realidade. Ainda temos a questão de violência, acidentes de trânsito, que temos a alcoolemia como responsável”, afirma Luciana.

O país apresentava uma tendência de queda na década, o máximo de aumento identificado tinha sido em 2011 com relação ao ano de 2010, quando o aumento foi de 3,9%. Os pesquisadores notaram que o crescimento das mortes surgiu a partir de abril de 2020, um mês depois que entraram em vigor as medidas mais restritivas de distanciamento social no Brasil.

“Avaliamos desde de 2010, tínhamos uma tendência de queda no Brasil, mas entre março e dezembro do ano passado teve um aumento grande. Existem algumas hipóteses para o agravamento. Em março, houve a determinação de ficar em casa. Aqueles pacientes que tinham alguma doença crônica, como diabetes, pressão alta, descompensaram seja pela falta de assistência, tratamento ou porque deixaram de fazer atividades físicas, a alimentação foi diferente também. Aí, veio o aumento da bebida e houve uma desregulação geral”, explica a analista.

A região Nordeste apresentou a maior variação percentual nas taxas brutas de mortalidade (que significa o risco de morte por 100 mil habitantes) por álcool em 2020 em relação ao ano de 2019, com aumento de 31%. Seguido pela região Sudeste,18,2%.

Os dados mostram que a maior incidência do abuso se dá em pessoas entre 18 e 40 anos, o que demonstra um impacto econômico significativo. “Como acomete mais a população economicamente ativa, o impacto econômico é muito grande. Quando aumenta o consumo de álcool, pode não chegar ao óbito, mas tem aumentado o absenteísmo [ausência no trabalho], aposentadoria precoce, acidentes, violência. Vale destacar que não é só doença que agrava”, alerta Luciana.

Além disso, nos casos de acidente e violência, a pessoa representa um gasto muito maior à saúde pública, ressalta. “O custo disso é diretamente relacionado ao trabalho e ao impacto social”.

Como diminuir os efeitos do álcool?

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o álcool é uma das principais causas de morte e invalidez em todo o mudo. São 3 milhões de mortes por ano, o que representa uma pessoa a cada 10 segundos.

Os dados sugerem que a pandemia da covid-19 intensificou esses impactos, uma vez que cresceu a venda de bebidas no Brasil, de acordo com a Ideal Consulting, auditoria especializada no comércio de venda e importação de alcoólicos.

Luciana aponta a aceitação social como uma das dificuldades no combate ao problema. “O álcool é socialmente aceito. Por exemplo, se vemos uma pessoa fumando, logo pensamos: ‘por que ela fuma, faz tão mal?’. O álcool não acontece isso, todo mundo entende que é normal”, lamenta ela.

A Vital Strategies aponta que o poder público pode agir com o aumento de impostos sobre as bebidas, a restrição de lugares para venda e a fiscalização das leis já existentes para dificultar o acesso aos produtos.

“Baseado em experiência em outros países, primeiro é restringir a disponibilidade e aumentar preço. Quando aumentamos, temos menos acesso. Essa coisa de vender álcool em qualquer lugar, como postos de gasolina, não é bom. Temos muitas leis no Brasil, mas não temos a fiscalização correta. Por exemplo, tem a lei que não pode vender álcool para menores de 18 anos e não dirigir após bebida, mas não são fiscalizadas”, observa a pesquisadora.

“A proibição e restrição de propaganda de álcool também é importante. Principalmente para atingir a população mais jovem”, acrescenta ela.

Luciana lembra que, a partir do momento em que a pessoa já está doente, os cuidados devem estar disponíveis “A pessoa precisa ter acesso mais fácil ao tratamento. Ter trabalhos de conscientização e comunicação pesados, explicando que isso é um problema. É importante dar acesso para as pessoas se tratarem, principalmente na atenção primária, nas unidades básicas, que são as portas de entrada do sistema de saúde”, conclui ela.

Fonte: R7.com

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Zezé Di Camargo celebra sucesso de projeto sem Luciano: ‘Que presente’

Zezé Di Camargo, de 59 anos, não esconde de ninguém a felicidade o EP Rústico, projeto solo que começou a ganhar forma no dia 20 de agosto, com o lançamento da música Vou Ter Que Tomar Uma. O clipe da canção já acumula quase 3 milhões de visualizações no YouTube.

“Chegando em três milhões de visualizações em três dia. Que presente que vocês estão me dando com #VouTerQueTomarUma. Desafio a vocês brindarem junto comigo. Vambora? Façam os conteúdos de vocês e me marquem com a música e a hashtag! Vou repostar e comentar”, escreveu Zezé, no Instagram.

Rústico, que foi gravado em Goiânia, aborda o estilo de vida do artista sertanejo desde o início da pandemia de covid-19. O cantor passou a maior parte do período de isolamento na fazenda, ao lado de familiares e da natureza.

“Por conta do isolamento social, provocado pela pandemia, eu me instalei na minha fazenda em Araguapaz (GO), onde criei e desenvolvi ‘Rústico, que resgata ainda mais a minha essência de homem do campo, do amante das rimas e das noites enluaradas”, conta o compositor, por meio de texto encaminhado à imprensa.

O EP é um projeto solo do cantor. A dupla Zezé Di Camargo e Luciano, no entanto, segue na ativa. Em setembro, os irmãos sobem ao palco do Espaço das Américas, em São Paulo, com o show em comemoração aos 30 anos de carreira.

Fonte: R7.com